A atuação da nutrição na alimentação vegetariana
Com a chegada de outubro, celebramos hoje (1/10) o Dia Mundial do Vegetarianismo, um estilo de alimentação que exclui todos os tipos de carne, podendo incluir ou não ovos, leite e derivados.
As razões para adotar essa dieta são diversas, abrangendo questões éticas, de sustentabilidade, saúde, religião, fatores socioeconômicos ou mesmo a preferência pessoal por não consumir produtos de origem animal.
No campo nutricional, o Parecer Técnico nº 9/2022, elaborado pelo Conselho Federal de Nutrição (CFN), declara que a alimentação baseada em vegetais, quando apropriadamente planejada, é saudável e nutricionalmente adequada em todas as fases da vida, incluindo gestação, lactação, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Sendo assim, o CFN, conforme a Resolução CFN nº 689/2021, reconhece a Nutrição em Vegetarianismo e Veganismo como uma especialidade da área.
O documento ainda enfatiza a importância do consumo de alimentos in natura e alerta que a necessidade de suplementação com vitaminas e minerais na dieta vegetariana, deve ser acompanhada por nutricionistas para que não haja deficiências e excessos nutricionais.
Além disso, há evidências científicas que associam a alimentação vegetariana à prevenção de doenças crônicas, como obesidade, doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes tipo 2 e certos tipos de câncer.
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